Depois das manifestações de psicólogos de direita que estavam se vendo encurralados por anos pelo sequestro da psicologia pelas ideologias da esquerda eis que o conselho se manifestou nas redes sociais falando sobre o código de ética do profissional:
O Código de Ética Profissional delineia as responsabilidades e os deveres da categoria, oferece diretrizes para a sua formação e baliza o julgamento de suas ações, fortalecendo e ampliando o significado social da profissão.
Em período eleitoral, vale lembrar: o Código veda a indução de convicções políticas no exercício da profissão. A pessoa atendida tem total autonomia para pensar, decidir e votar.
Nosso compromisso fundamental é com a eliminação de qualquer forma de negligência, discriminação, violência ou opressão, pautando a atuação na análise crítica da realidade e das relações de poder.
Porém minha resposta a isso é:
A Psicologia não cabe num crachá
Por muito tempo, dizem alguns psicólogos, a Psicologia teria sido tomada por uma pauta política, ideologica e partidária. Agora, profissionais se apresentam publicamente como de direita — como quem tira do bolso um crachá que sempre esteve ali, mas que talvez tivesse medo de mostrar. E, nesse novo capítulo, entra em cena o conselho para falar de ética.
O recado do CFP é direto: o Código de Ética orienta deveres, responsabilidades e julgamentos profissionais; em período eleitoral, veda induzir convicções políticas. Quem procura atendimento continua dono do próprio pensamento, das próprias decisões e do próprio voto. Parece simples. Mas, como quase tudo que importa na vida pública, a frase não encerra a discussão: abre uma pergunta sobre o que significa, afinal, não induzir, principalmente se buscar pelo histórico da entidade.
Um psicólogo não precisa esconder suas ideias, fingir que não tem opinião ou deixar a cidadania na porta do consultório. Pode pensar à direita, à esquerda, no centro ou fora das prateleiras partidárias. Pode criticar conselhos, políticas públicas e consensos profissionais. O que não pode é usar a assimetria da relação terapêutica para transformar a escuta em palanque — nem fazer da confiança do paciente uma oportunidade de conversão. A regra vale para todos, inclusive para quem se considera imune à ideologia ou submerso bela de corpo e mente, a ponto de saírem na marcha da maconha com liberação do próprio conselho que puniu uma psicóloga por dizer que era psicóloga cristã.
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GPT-6 Luna
Depois de sofrerem por anos vendo a psicologia ser sequestrada por pautas ideológicas da esquerda, psicólogos se manifestam e se assumem de direita, eis que então agora entra o CPF para falar de Etica, desenvolva uma crônica crítica usando o que o conselho diz e as mensagens dos psicólogos: O Código de Ética Profissional delineia as responsabilidades e os deveres da categoria, oferece diretrizes para a sua formação e baliza o julgamento de suas ações, fortalecendo e ampliando o significado social da profissão.
Em período eleitoral, vale lembrar: o Código veda a indução de convicções políticas no exercício da profissão. A pessoa atendida tem total autonomia para pensar, decidir e votar.
Nosso compromisso fundamental é com a eliminação de qualquer forma de negligência, discriminação, violência ou opressão, pautando a atuação na análise crítica da realidade e das relações de poder.
#DescriçãodaInagem : carrossel com 8 cards que explicam a importância do Código de Ética Profissional da Psicóloga e do Psicólogo, destacando princípios éticos, cuidado, escuta segura, direitos fundamentais e compromisso da Psicologia com a sociedade.
#ÉticaÉCuidado #ÉticaProfissional #CódigoDeÉtica
🧠💚💛 A PSICOLOGIA É NOSSA!
A Psicologia não tem partido, não tem proprietário e não pode ser aprisionada por nenhuma corrente ideológica. Ela pertence à ciência, ao conhecimento, à ética e, sobretudo, às pessoas.
Psicólogos, psicanalistas, estudantes e profissionais da saúde mental têm o direito de pensar criticamente, divergir e dialogar sem serem reduzidos a rótulos políticos. A pluralidade de ideias não ameaça a Psicologia; o que a ameaça é transformar o conhecimento em instrumento de doutrinação.
A saúde mental não escolhe lado político. O sofrimento humano não pede título ideológico para ser acolhido. E a escuta profissional não pode ser condicionada à concordância com quem fala.
Defender a Psicologia é defender a liberdade de pensar, a responsabilidade científica e o respeito à dignidade humana.
Porque cuidar da mente exige compreender o ser humano em sua complexidade, não enquadrá-lo em nossas próprias convicções.
E você, acredita que a Psicologia deve acolher a diversidade de pensamentos ou se submeter a uma única visão de mundo?
A Psicologia não cabe num crachá
A palavra sequestro sobre está ocupação que veio ocorrendo se refere a tomar para si pautas e distorcer a conduta do psicólogo, um bom exemplo: cabe ao psicólogo cuidar da saúde mental, acolher, ajudar na recuperação e transformação de jovens viciados em drogas e álcool, qual foi a distorção pela ideologia? Psicólogos participarem ativamente da marcha da maconha mostrando uma inversão total da psicologia essencial. E quando estão inseridos nos direitos humanos não defenderem o direito da vítima mas dão todo o apoio irrestrito ao acusado pelos crimes. Quando envolvidos na ação social esquecem que a miséria não tem cor, origem ou religião, mas assumidamente tem suas preferência. Outro exemplo uma vila conhecida por ser invasão e extremamente pobre, uma casa (barraco) ao lado da outra, uma ganha benefícios e a outra não, por quê? Porque uma é protegida e a outra não mesmo que passe por igual e as vezes pior condições, mas as psicologia tem que pagar o pedágio as o serviço social.
A crítica ao “sequestro” da Psicologia não precisa significar que psicólogos devam se calar sobre temas públicos. A questão é outra: quando a militância passa a ocupar o lugar do cuidado, vale perguntar se a prática continua orientada pelas necessidades de quem sofre. Se jovens com dependência precisam de acolhimento e apoio para a recuperação, a participação de profissionais em uma marcha política pode suscitar um debate legítimo sobre prioridades e coerência — embora, isoladamente, não prove desvio ético. Do mesmo modo, a defesa dos direitos humanos não pode se converter em atenção exclusiva ao acusado, como se a vítima desaparecesse da cena. Os direitos de quem sofreu violência também exigem proteção, escuta e respeito. O desafio é não transformar a ética em bandeira seletiva: ela deve valer para vítimas, acusados e pessoas atendidas, sem que a convicção política do profissional determine quem merece cuidado.
É justo perguntar onde, por quem e de que maneira. Chamar de ideologia toda análise das relações de poder não torna a análise falsa; do mesmo modo, invocar a ética não torna ninguém automaticamente justo.
O próprio conselho afirma que o compromisso da categoria inclui combater negligência, discriminação, violência e opressão, com análise crítica da realidade e das relações de poder. Isso não precisa ser senha de partido. É uma orientação sobre o que a profissão não deve normalizar. A crítica começa quando se tenta identificar, sem argumentos, uma obrigação ética com uma preferência eleitoral — ou quando se usa a obrigação ética para calar toda divergência.
“A Psicologia não tem dono”, dizem os profissionais nas mensagens. O plural é bonito, desde que não vire escritura de propriedade. A Psicologia não pertence ao conselho, a uma militância, a um grupo de direita nem a uma corrente teórica. Pertence a uma história de conhecimento, de debate e de responsabilidade pública. E, na prática clínica, a pessoa atendida não é território a ser conquistado por nenhum desses grupos.
A ciência não exige que psicólogos tenham todos a mesma opinião política. A ética exige algo menos confortável: que reconheçam o poder que exercem na relação profissional e não o usem para impor suas convicções. Acolher a diversidade de pensamento não é concordar com tudo; é não fazer do desacordo uma condição para oferecer cuidado.
No fim, talvez a pergunta não seja quem tem direito de dizer “a Psicologia é nossa”. É se, diante de alguém vulnerável, o profissional consegue lembrar que a conversa não é sobre vencer uma disputa política. A escuta não tem voto a conquistar. Tem uma pessoa diante dela. E essa pessoa, como lembra o Código, conserva o direito de pensar, decidir e votar por conta própria.
#DescriçãodaInagem : carrossel com 9 cards - 8 cards que explicam a importância do Código de Ética Profissional da Psicóloga e do Psicólogo, destacando princípios éticos, cuidado, escuta segura, direitos fundamentais e compromisso da Psicologia com a sociedade. 1 card que demonstra claramente o posicionamento contra a ocupação dos conselhos por pautas ideológicas e partidária.
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