segunda-feira, 4 de outubro de 2021

RESENHA : PSICOLOGIA DAS HABILIDADES SOCIAIS

 RESENHA

PSICOLOGIA DAS HABILIDADES SOCIAIS
(Professora Mestre Roseli Hauer)

Del Prette, A. & Del Prette, Z.A.P. (2001). Psicologia das Habilidades Sociais – Terapia e Educação. Petrópolis. Vozes Editora.

Lima Filho, Abilio Machado . Maio/2010

 

Quando minhas ações são contraditórias, meu sentimento se submete e acaba aceitando uma ação por ter sentimentos que me colocam em embate comigo mesmo.
Meu colega de classe me pede o único material de estudo que possuo emprestado para que possa ele estudar sendo que dele vou ter falta para meu próprio estudo mesmo com toda esta efusão de sentimentos acabo por alguma desculpa qualquer aplicada em mim cedendo e fazendo o empréstimo a ele.
Isso com certeza me causará danos, não ficarei sossegado enquanto não reavê-lo e se possível antes da avaliação.
E que dizer de quando estou na fila do ônibus, o nosso famoso ligeirinho curitibano e alguém tenta burlar esta lei natural que é quase um acordo silencioso entre os indivíduos, a fila. O sangue me sobe, o coração avança o ritmo, me sinto automaticamente na obrigação de falar, de me manifestar ante aquela situação e é muito comum a irritação ser plena de palavras exigindo respeito e educação.
Ou que dizer de pedir algo no restaurante ou na lanchonete e o garçom simplesmente esquecer-se do que pediu e atender a outros que chegaram depois, ou até mesmo em sala alguma professora deixar quase em clara evidência que tudo que disser mesmo estando certo será errado aos seus ouvidos, oferecendo sempre atenção a este ou aquele outro aluno.
Note-se que cada situação, cada momento com seus achaques e reações vêm corroborar ao comportamento suas possibilidades que se apresentam dentro destes quadros apresentados, necessitam de atenção e de habilidades para que haja consenso e maneiras de se abordar cada situação, observando qual foi o estimulo e como se aplicará em si a ação.
Esta pequena introdução vem falar de Habilidades Sociais, uma das disciplinas do Curso Superior de Psicologia da Faculdade Evangélica do Paraná e aplicada pela Professora Mestre Roseli Hauer que me induziu a procurar e ler o livro “Psicologia das Habilidades Sociais – Terapia e Educação” (2001) de Del Prette e Del Prette.
Este livro é considerado como o primeiro de autores brasileiros sobre o tema de Treinamento de Habilidades Sociais (THS) dispostos em nove capítulos, destinados a profissionais de educação e saúde, contendo duas artes distintas.
Uma (1) faz discorrer sobre a conceituação, fundamentos, a história e o desenvolvimento dos estudos das habilidades sociais e a outra (2) se refere à avaliar e a promover as habilidades.
Nas suas páginas se vê a proposta em demonstrar que as dificuldades encontradas nas relações pessoais e nas ações interpessoais não são de caráter patológico ou oriundo de algum distúrbio, mas que vêm a atrapalhar a vida em sociedade, em determinado ambiente, por isso necessita de ações que previnam e manejem estas ações, para uma melhora de qualidade de vida.
Os autores criaram uma disposição bem fundamentada para demonstrar o tamanho de abrangência que é a THS em suas ocorrências, trazendo as indefinições e faltas que fazem parte da área, da necessidade de organizar os conceitos certos, as ações mais susceptíveis ao sucesso e modelos para que tudo aconteça de maneira coerente e mais efetiva.
Assertividade, Competência social e Habilidades são os fundamentos e cada um cria um conceito chave.
No primeiro capítulo é levantada uma discussão sobre características, o que é herdado e o que é aprendido. Como acontece este desenvolvimento e assim dá uma atualizada quanto ao ser biológico que é o dono das potencialidades e aprender a domá-las é crucial, discutem-se as chamadas predisposições genéticas que encaminharão a interatividade do homem e seu ambiente, bem como todo o processo desta aprendizagem e construção de um repertório pessoal de um comportamento social.
No segundo remonta à história da área e seus fundamentos, a assertividade proposta por Wolpe e outros autores americanos, a divulgação da aplicação do termo Habilidade Social (HS) em Oxford, por Argyle e outros, na Inglaterra. Hoje já é largamente reconhecido que a assertividade é apenas uma subárea de todo um contexto acadêmico amplo da HS.
A abordagem conceitual e explicativa vem no terceiro capítulo a THS e apresentada por modelos: assertividade, percepção social, aprendizagem social, cognitivo e até um modelo teorizando os papéis. Neste capítulo se concede discussão a explicar algumas dificuldades que o indivíduo encontra em suas relações interpessoais como déficit de repertório, a inibição que vem ser mediada com a ansiedade, a inibição cognitivamente resolvida e os problemas de percepção do onde e por quê.
Ao quarto capítulo dá definição e conceito e é onde encontramos os conceitos: Assertivo, Não Assertivo e Agressivo. Aqui é onde se estabelece padrões de identificações das características que lhes compõem o comportamento a cada situação que venha a ocorrer.
Já ao quinto somos apresentados aos elementos formadores da HS como os comportamentais, os cognitivo-afetivos, os fisiológicos e mais alguns, todos apresentados de maneira sistematizada por classes e subclasses e cada um definido e conceitualizado.
No sexto há uma dedicação ao treinamento e avaliação das habilidades como fator interventivo. É sugerido que haja planejamento para a aplicação correta decorrente de uma avaliação que vem achar os nós problemáticos deste aprendizado já absorvido e parte do indivíduo e que depois de identificados poderão ser trabalhados na procura de melhorar este repertório mal arquivado restabelecendo novos procedimentos para que haja superação nestes déficits sociais.
Há de se observar três itens: condições antecedentes, condições conseqüentes e o comportamento em si. Neste último são atentados sobre o que é déficit e o que é excesso, ansiedade, cognição e sentimento, contexto de situação e de cultura, e prima pela busca de objetivo e meta. Os autores mostram que se deve dar atenção à técnica de avaliação para que sejam consideradas e assim sugerem algumas abordagens como: entrevistas, inventários, desempenho e observação, anotações como auto-registro ou por observadores.
Alcançando o sétimo vemos as técnicas distintamente divididas por Técnicas Comportamentais e Técnicas de Reestruturação Cognitiva.
As primeiras foram destaques por Wolpe e Lazarus em seus estudos de Análise Experimental do Comportamento (AEC). Sendo as técnicas: ensaio comportamental, reforçamento, modelagem, modelação (real e simbólica), realimentação (verbal e videofeedback), relaxamento, tarefas de casa, dessensibilização sistemática.
As Técnicas de Reestruturação voltadas à cognição são as que mais agem nas relações como as crenças irracionais, os diálogos inibitórios, a expectativa equivocada de auto-eficiência, suposições negativas e estilos de atribuição inadequados e incertos. E está na Reestruturação cognitiva visar a valorização dos direitos próprios e do outro (interlocutor), identificar o que é inadequado e si e no outro, trabalhar outras maneiras de identificação e avaliação e principalmente os próprios estilos de atribuição e buscar ser mais real e efetivo.
No oitavo surgem propostas e algumas sugestões na formação e criação de estratégias de THS com alguns exemplos já formatados de ações individuais e de grupo, considerando o que de homogêneo e de heterogêneo há em cada problema, formação de grupo e seus tamanhos, atuação de papéis, a dinâmica de uma sessão, como estruturar o programa e seus itens como: duração, local e equipamento. Todo baseado na ética desta condução interventiva.
Enfim chegamos ao último capítulo onde os Del Prette falam da aplicação do THS e sua amplitude principalmente na are clínica e de educação, na primeira são as intervenções terapêuticas aplicadas a mais variadas patologias como: transtornos de afetividade e ansiedade, à esquizofrenia, manejo da timidez, o isolamento pessoal e social, os problemas em familiares e matrimoniais entre tantas. Na área da educação são levadas mais como preventivas, em ensino específico e ao ensino regular, onde pode ser aplicado a todos os indivíduos envolvidos, administrativo e funcionários, corpo docente e alunos.


publicado https://redehumanizasus.net/12029-resenha-psicologia-das-habilidades-sociais/

domingo, 3 de outubro de 2021

MENINAS MUTILADAS e GRAVIDEZ DE ADOLESCENTES

 

MENINAS MUTILADAS e GRAVIDEZ DE ADOLESCENTES .

MENINAS MUTILADAS e GRAVIDEZ DE ADOLESCENTES .
                                                          Por Poet Ha, Abilio Machado


‘Cerca de dois milhões de meninas são mutiladas todo ano’ declara uma edição de The Progress of Nations, publicação sobre saúde, nutrição e educação de crianças do Fundo das nações Unidas para a infância.
‘ Egito, Etiópia, Quênia, Nigéria, Somália e Sudão respondem por 75% de todos os casos. No Djibuti e na Somália, 98% das meninas estão mutiladas”.
Além da dor, o procedimento pode causar infecções, hemorragia prolongada, infertilidade e morte.
‘A doutrina da mutilação não é exigida por nenhuma religião. ´´E na verdade uma tradição que visa preservar a virgindade, assegurar que a moça se case e assim mantenha-se, reprimida, a sua sexualidade’, declara o relatório.
Grupos e organizações, preocupados com os direitos das mulheres e com o bem estar das crianças pressionam os governos para que se proíbam essa prática, mas a pergunta paira no ar e se for liberada essa sexualidade mantida a efeito cultural por estas sociedades como seria o aumento de adolescentes grávidas nestes países?!
Num segundo relatório mostram que em muitos países a gravidez de adolescentes é um problema persistente. Os Estados Unidos, por exemplo, têm a proporção mais alta dos países industrializados: 64 nascimentos anuais para cada grupo de 1000 garotas entre 15 a 19 anos. E este assunto não vemos nos debates políticos à presidência americana, vemos apenas discussões dos loby’s que todos escondem, mas fazem. Alguém ouviu Hillary mencionar o fato, até mesmo Obama que diz vir do gueto?! Eles gostam de tentar arrumar a casa do vizinho, mas não a própria, se fôssemos dar um exemplo ao conto moral dos lençóis sujos com certeza usaríamos os EUA.
O Japão tem a proporção mais baixa: 04 nascimentos ao ano.
A gravidez de uma adolescente não afeta apenas o seu desenvolvimento do corpo ainda não maduro para esta modificação, prejudica seu crescimento educativo, favorece a autopunição devido As oportunidades que tornam-se escassas. Podem trazer problemas à criança como cuidados de qualidade inferior, pobreza e ambiente instável.
O Brasil segundo pesquisa recente houve crescimento entre as adolescentes da chamada gravidez acidental, jovens que mesmo tendo acesso à informação se deixam levar pelo desejo afoito e engravidam. Como deixar que duas crianças cuidem de outra criança? Isto quando não são seduzidas por maiores que aproveitam a birra desta procura de independência que todo adolescente quer, o uso errado da liberdade e do comportamento copiado, fazendo que os pais as expulsem de casa ou as empurrem para viver com alguém que só procurava nelas satisfações animalescas. Forçando a um relacionamento de agressividade e miséria, isto quando não há apenas uma saída a prostituição.
Que fazemos nós ante os casos e descasos que nossa política social e saúde nos acossa? Ficamos gratos por não ser uma de nós a fazer parte deste relatório como se não fôssemos uma corrente humana parte um do outro, todos de um.
 
 
Poetha Abilio Machado
Enviado por Poetha Abilio Machado em 23/04/2008
Reeditado em 23/04/2008
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"PÉZADA"

 

O aborto: seja qual for sua opinião, leia primeiro sobre a "PÉZADA".

O aborto: seja qual for sua opinião,
 leia primeiro sobre a ‘Pézada’.

                                               Por Poet Ha, Abilio Machado.

Não importa qual é sua opinião, contra ou a favor, há algumas formas que são criminosas. E a procura pelo aborto tem crescimento nas clínicas clandestinas... Segundo a OMS, o aborto está entre as principais causas de mortalidade materna no Brasil (sendo superado apenas por problemas na gravidez de risco. No parto e no câncer ginecológico). Por este motivo a sua legalização começa a tomar tamanho em algumas ONGs e organismos como solução do problema.
A advogada A. Vasconcelos trabalha há anos com meninas prostitutas em Recife, tentando recuperá-las para o mercado de trabalho. Quando começou a cuidar destas meninas, Ana ficou intrigada ao ouvir uma expressão desconhecida e usada como sinônimo de aborto. De fato, é uma palavra estranha: PEZADA.
Ela acompanhava uma descontraída conversa entre duas meninas. Uma delas contou que há dias tinha feito um aborto e, enfim, estava livre da gravidez que lhe tirava os clientes da rua:
__ Como tirou?-quis saber a outra garota que a ouvia.
__ Foi com a ‘Pezada’. -respondeu.
__O que é ‘Pezada’- perguntou a advogada querendo saber do que tratava.
A menina se pôs a explicar deixando Ana estarrecida.
__PEZADA é levar um chute forte na barriga. É um meio fácil e certeiro de perder a cria, e ainda por cima é barato, não precisa de médico, basta apenas que se ache alguém disposto a fazer o desserviço. - relatou a menina.
A Advogada relembra que ficou algumas noites sem dormir direito quando soube daquele fato.
Começou a investigar e descobriu três maneiras do estilo ‘pezada’. Com os médicos que atendem aos Prontos Socorros públicos soube que uma boa quantidade destas meninas que se submetiam a esta técnica de chutes no estômago eram internadas com infecções e hemorragias. Soube que a segunda maneira era aplicada pelas prostitutas mais velhas que difundiam o meio por ser mais em conta e o terceiro e mais aterrador era que o aborto á ‘pezada’ era realizado por policiais do Recife que espancavam as jovens prostitutas quando por acaso brigavam nas ruas. (GT/97)
Por mais que exista a liberdade, o direito natural de livre pensar, agir e expressar, não se aterrando a códigos, padrões ou dogmas, ou qualquer outra forma de castração. Temos que olhar a gravidez na adolescência e a proliferação dos abortos clandestinos e criminosos por outros olhares, as inúmeras manifestações como: falta de acompanhamento da vida diárias dos filhos pelos pais que hoje vivem ambos na carga de trabalho, uma omissão devido ao trabalho exarcebado. Inexperiência em alguns casos, onde a ilusão do mundo da fantasia e do príncipe em cavalo branco, falta de vontade política do estado ao controle de natalidade e prevenção contra a gravidez indesejada, ignorância dos jovens que abusam da sua liberdade? Quais opções temos para jogarmos a culpa, mas quando vamos acatar a nossa parcela desta culpa, pois afinal nós somos parte do estado de direito. Vivemos num país onde a medida é remediar e nunca atacar a causa, temos uma política de empurrar com a barriga todas as dificuldades, o município joga ao governo e este ao federativo e quem paga o preço desta briga por fazer é o povo.
A polêmica está no ar, tabu ou debate aberto, nesta matéria minha intenção não é oferecer minha opinião á sua goela abaixo e sim fazer-te manifestar sua própria opinião, te fazer pensar...
Se quiser responder ou dar sua opinião fique à vontade.
Poetha Abilio Machado
Enviado por Poetha Abilio Machado em 23/04/2008
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O PÊNIS !

 

CRÔNICAS de Educação Sexual...............O PÊNIS !

PÊNIS
                                     poet ha, Abilio Machado.

Os garotos lhe dão nomes variados, apelidos incomuns, caralho, boneco, palhaço, biscoito, ganso, vara, pau, minduim, o nome mais comum é de pinto, alguns médicos o chamam de vêrga, também a palavra falo, porém este termo designa a representação do membro viril, reproduções em madeira, cerâmica e argila que eram transportadas nas festas de Baco, deus festeiro e pai das orgias, pois também é chamado de Dionísio, ou representa também os totens erigidos a Príapo, deus da fecundidade.
Os símbolos fálicos são encontrados em grande parte das religiões da antiguidade, bem como em certas religiões primitivas, das Américas e nas Índias, onde rituais e festas eram considerados o auge da fecundidade e da produção positiva nas colheitas.
O pênis é atravessado longitudinalmente pela uretra, pequeno canal que serve para a eliminação da urina. A uretra é envolvida por tecidos (os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso) comparáveis a esponjas e que têm a propriedade de se encher de sangue e endurecer. A isso é chamado de ereção.
Particularmente sensível, a extremidade do pênis é chamado de glande, parafraseando-a parece à forma do chapéu do cogumelo, sendo recoberta parcial ou totalmente por um capuz, que ganha o nome de prepúcio, este na religião judaica, por exemplo, recomenda a sua eliminação, que é a circuncisão.
Para o ato sexual é necessário que o prepúcio seja puxado para trás. Que acontece quase que automaticamente ao inchar-se para o crescimento. Se isso não acontecer será necessário submeter-se a uma pequena cirurgia, a operação de fimose, que também ocorre quando mesmo em repouso o prepúcio não pode ser repuxado para trás da glande, pois se deve manter a higiene, lavando-o todos os dias e logo após a relação sexual ou da ejaculação da masturbação.
No momento da ereção, o pênis cresce, entesa-se, tanto em comprimento como em diâmetro, que vai variar de indivíduo a indivíduo, este fator é talvez o motivo que mais preocupa os homens. Alguns temem que o tamanho afete sua identidade sexual ou sua performance com a companheira(o) na hora do coito. Em alguns casos extremos deve-se procurar um especialista quando se é portador do chamado micro pênis ou quando existe alguma anomalia que atrapalhe o desenvolvimento e utilidade natural de tão útil membro do corpo humano, pois ele tem a função em injetar o espermatozóide que irá iniciar o processo da concepção ao alcançar o óvulo feminino.
Quero agora lembrar que existem homens bem dotados, que estão acima do chamado tamanho normal aceitável, acima de vinte centímetros já são casos excepcionais. E é fácil perceber que esses fenômenos não poderão manter relações com qualquer mulher. Alguns podem depois de excitados desmaiarem pela quantidade de esforço e sangue que foram necessários para alimentar a sua grandeza.
Os que são menos dotados pela natureza, devem lembrar de que os atletas que têm pernas compridas nem sempre são os que saltam mais longe ou mais alto que os de pernas curtas. No amor como em tudo mais o importante é o saber agir.
Mais vale um pequeno brincalhão que um grande exibido caidão!



Poetha Abilio Machado
Enviado por Poetha Abilio Machado em 02/09/2008
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OS TESTÍCULOS.

 

Crônicas de Educação Sexual... OS TESTÍCULOS.

TESTÍCULOS

Muitas vezes nós meninos nos sentimos estranhos, ou temos algo grande, caído, ou muito justo situado abaixo do pênis, um algo todo enrugado, com uma costura central... Esse é o saco escrotal, o escroto, onde estão os testículos, que são duas glândulas ovais que fabricam os espermatozoides necessários à fecundação e hormônios que se lançam no sangue, eles ficam alojados numa bolsa de dois compartimentos.
Geralmente flácido e murcho, o escroto se encolhe e pregueia sob o efeito do frio.
Sobre o testículo acha-se o epidídimo, que se assemelha a cimeira de um capacete. É formado pela reunião de minúsculos canais que provêm o testículo. Esses se reúnem num canal dobrado em sanfona, que leva os espermatozoides ao canal deferente.
Mal protegidos contragolpes. Os testículos são sensíveis. Muitos esportes teriam a necessidade de se usar protetores genitais para evitar pancadas diretas, principalmente aos testículos, qual menino em qualquer idade alguma vez não apanhou um golpe, de bola, chute ou andando de bicicleta?!
Podem, também, ser a sede de muitas doenças e, em caso de dor, é preciso consultar um médico. Deve-se, consultar o médico se, por exemplo, numa criança, os testículos não descerem normalmente para as bolsas ou escroto.
As expressões populares fazem dos testículos a sede da virilidade. No entanto, a castração, isto é, a eliminação dos testículos, dá resultados diversos, segundo a idade em que é praticada, no passado era muito usado em haréns, onde os senhores castravam servos para que fossem guardiões de suas esposas e assim não corriam nenhum risco de traição, os eunucos.
A retirada de um só testículo não impede a procriação. Higiene ao órgão genital é fundamental a uma vida saudável, no passado também era comum fazer um chá e despejar em tina ou bacia e em posição sentada sobre este chá fazer o banho higiênico, lavando o sacro, o pênis, a glande e o ânus.
Os grandes homens metafísicos e médicos deixavam claro que se a virilidade estivesse forte, o corpo seria são.
E lembre-se da próxima vez que for jogar futebol, use um escudo para proteger o danadinho.

Poetha Abilio Machado

Enviado por Poetha Abilio Machado em 25/09/2008
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Esperma!

 

Crônicas de educação Sexual: Esperma!

ESPERMA
                                   
O esperma é um líquido esbranquiçado, ligeiramente gelatinoso, de cheiro particular e cuja fabricação é assegurada por inúmeros órgãos do homem.
Em primeiro está o líquido produzido pelos testículos e que contém os espermatozoides. Este líquido é armazenado nas vesículas seminais, em número de duas, que o diluem, juntando-lhe sua própria secreção. Finalmente, no momento da ejaculação, ele é acrescentado do produto das secreções da próstata que o diluem mais ainda, e lhe modificam a cor. O toque final é dado pela passagem através dos orifícios excretores das glândulas de Cowper e das glândulas uretrais.
A quantidade de esperma projetada para fora da uretra, no momento da ejaculação, é da ordem de um quarto de centímetro cúbico, podem vir pedaços gelatinosos que não tiveram tempo suficiente de diluição.
Na antiguidade, ignorava-se a composição exata do esperma, o qual, para alguns, era um resíduo alimentar, enquanto para outros a espuma do sangue, e até mesmo corrimento da medula espinhal.
Os aficcionados pelo fetiche da boquetezinha, chupeta, mamada, chupada gostam de tomá-lo na ejaculação, o que poderíamos dizer que estariam tomando um soro de produção totalmente natural, que passa por vários filtros e colaboradores que mantém e preservam a saúde do espermatozóide.
Poetha Abilio Machado
Enviado por Poetha Abilio Machado em 27/09/2008
Código do texto: T1199716
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Vesículas seminais !

 

Crônicas de Educação Sexual: Vesiculas Seminais!

VESICULAS SEMINAIS

As vesículas seminais são duas glândulas de quatro a seis centímetros de comprimento, por um ou dois centímetros de largura, situam-se acima da próstata, por trás da bexiga.
Servem para armazenar o líquido que contém os espermatozoides e que é expulso dos testículos pelos canais deferentes.
Elas acrescentam-lhe sua própria secreção: um líquido fluido e acinzentado.
Esta mistura, completada no momento do orgasmo pela secreção que vem da próstata e de outras pequenas glândulas, constitui o esperma.
Poetha Abilio Machado
Enviado por Poetha Abilio Machado em 27/09/2008
Código do texto: T1199725
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O Menino Que Não Cabia na Carteira da Sala

  O Menino Que Não Cabia na Carteira da Sala A professora respirou fundo antes de chamar a mãe para conversar. Do outro lado da mesa, uma mu...