domingo, 22 de março de 2026

Contratransferência: quando o analista também é afetado...


 





Contratransferência: quando o analista também é afetado 

Durante muito tempo, acreditou-se que o analista deveria ser completamente neutro. Como se estivesse fora da relação analítica. 

Mas a clínica mostrou outra coisa. O analista também é atravessado pelo encontro com o paciente. 

Sentimentos, reações, incômodos, simpatias. Tudo isso pode surgir na escuta. Esse fenômeno recebeu o nome de contratransferência. 

Freud inicialmente viu a contratransferência como um obstáculo. Algo que o analista precisava controlar. Com o desenvolvimento da clínica, ela passou a ser compreendida também como instrumento. 

Um indicador do que está acontecendo na relação analítica. O importante não é eliminar essas reações. 

É poder analisá-las, compreendê-las e não agir a partir delas. 

Se você quer aprofundar a compreensão da prática clínica psicanalítica, me siga...

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