sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Nem Toda Luz Ilumina

 


Nem Toda Luz Ilumina


A humanidade sempre buscou a luz. Desde a chama das primeiras tochas até as telas brilhantes que hoje carregamos nos bolsos, luz é sinal de vida, progresso, esperança. Mas é preciso discernir: nem toda luz ilumina.


Existem claridades que confundem, brilhos que ofuscam em vez de revelar. A psicologia chama isso de falsas soluções: escolhas que parecem trazer alívio imediato, mas que a longo prazo aprofundam nossas sombras. Um relacionamento tóxico pode parecer “luz” para a solidão, mas logo mostra-se escuridão disfarçada. Uma dependência pode parecer conforto, mas apenas apaga a verdadeira chama interior.


Na teologia, esse alerta é ainda mais profundo. O apóstolo Paulo já nos advertia sobre aqueles que se transformam em “anjos de luz” (2 Coríntios 11:14), mas que nada têm de divino. É o brilho enganoso que seduz, mas não guia. Diferente da luz de Cristo, que não apenas clareia o caminho, mas revela a verdade e dá vida.


O perigo do brilho vazio


Quantas vezes corremos atrás de holofotes, curtidas e palcos? Eles brilham, mas não aquecem. A verdadeira luz não está na intensidade do brilho externo, mas na profundidade da transformação interior.


A luz que realmente ilumina


Iluminar é permitir que algo seja visto como realmente é. A luz que vem de Deus não cria ilusões, mas revela. Ela mostra o que estava escondido, não para nos condenar, mas para nos curar.


O Natal e a estrela verdadeira


O Natal nos lembra disso: no céu havia muitas luzes, mas apenas uma estrela guiava até o lugar certo. Nem todas as luzes da noite eram caminho, apenas aquela que apontava para a manjedoura.


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✨ Ensinamento do Papai Noel: Nem toda luz ilumina. Algumas apenas distraem. A verdadeira luz revela, aquece e conduz ao propósito.



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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

  O Silêncio Também Fala

 


O Silêncio Também Fala


Vivemos cercados por barulhos: notificações do celular, vozes que disputam atenção, opiniões lançadas como pedras em praça pública. Nesse turbilhão, muitos acreditam que só se comunica quem fala. Mas esquecem que o silêncio também tem sua voz.


Na psicologia, o silêncio pode ser um espaço terapêutico: o lugar onde sentimentos ocultos emergem e o inconsciente encontra forma. Quantas vezes, diante do choro de alguém, não precisamos dizer nada? O simples silêncio acolhedor já transmite cuidado.


Na teologia, o silêncio é igualmente sagrado. O salmista escreveu: “Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus” (Salmos 46:10). É na pausa que ouvimos o divino, na ausência de ruído que reconhecemos a presença. Deus não se revela apenas nos trovões, mas também no sussurro suave.


O peso e o sentido do silêncio


O silêncio pode ser cura ou arma. Cura, quando nos permite escutar, refletir e respeitar o outro. Arma, quando usado como indiferença ou castigo. Assim, não basta silenciar: é preciso perguntar de onde vem esse silêncio e para onde ele aponta.


O silêncio interior


Em meio à correria, nossa alma implora por silêncios interiores. Não apenas desligar o som externo, mas também aquietar as vozes internas de culpa, cobrança e comparação. O silêncio interior é o que abre espaço para a oração verdadeira, aquela que não é apenas palavras, mas escuta atenta ao coração de Deus.


Natal e o silêncio


O Natal é marcado por essa mesma linguagem silenciosa: o Filho de Deus veio ao mundo sem discursos, sem discursos triunfais, mas no silêncio de uma noite simples. Enquanto os homens dormiam, o maior acontecimento da história se desenrolava em silêncio.


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Ensinamento do Papai Noel: O silêncio pode ser vazio ou plenitude. Que o nosso seja sempre espaço para acolher, ouvir e deixar Deus falar.


---Por Abilio Machado Psicanalista - Psicoterapeuta - Neuropsicopedagogo ICH


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terça-feira, 23 de setembro de 2025

Não é Porque Cabe que Está no Lugar Certo.


 Não é Porque Cabe que Está no Lugar Certo


Vivemos em um tempo em que a lógica da adaptação parece ser o lema de vida. Se algo cabe em nossa rotina, em nossa casa, em nossos relacionamentos, logo achamos que está tudo bem. Mas será mesmo? O simples fato de caber não significa que esteja no lugar certo.


Pense em uma gaveta abarrotada. Você força um objeto ali dentro, ele até entra, mas o excesso cria desordem, e aquilo que deveria estar acessível se torna perdido. Assim também acontece com a alma: enchemos nossa vida de coisas, pessoas e escolhas que “cabem” no espaço imediato, mas desalinhadas com o propósito maior que Deus nos confiou.


A psicologia nos ensina que o ser humano tem uma tendência natural de buscar preencher vazios — emocionais, espirituais ou existenciais — com aquilo que está mais próximo e fácil de encaixar. Mas a teologia nos lembra: nem tudo o que preenche edifica. Como disse o apóstolo Paulo: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém” (1 Coríntios 6:12).


O engano do “encaixe”


Quantas vezes aceitamos relacionamentos porque “naquele momento” cabiam em nossa carência, mas estavam longe de ser saudáveis? Quantas vezes dissemos sim a oportunidades que preenchiam um espaço financeiro, mas nos esvaziavam de sentido e de paz?


O problema não está em caber, mas em distorcer nossa vida para fazer caber. É quando nos ajustamos a algo que não deveria estar ali — como uma peça de quebra-cabeça empurrada no lugar errado: ocupa espaço, mas desfigura a imagem maior.


O lugar certo


O que é estar no lugar certo?

É alinhar o que temos e vivemos com o que fomos chamados a ser. É colocar prioridades, dons, afetos e limites dentro de uma ordem que respeite tanto nossa saúde psicológica quanto nossa caminhada espiritual.


No fundo, o convite é para uma vida menos cheia e mais coerente. Não é acúmulo, é direção. Não é quantidade de encaixes, mas a fidelidade ao propósito de cada peça.


No psicológico: pergunte a si mesmo — “Isso que estou colocando na minha vida me constrói ou apenas me ocupa?”


No espiritual: ore — “Senhor, mostra-me não apenas onde cabe, mas onde deve estar.”


O Natal, símbolo maior da simplicidade e do propósito divino, nos lembra: não havia espaço nas hospedarias, mas havia o lugar certo — uma manjedoura. Caberia em muitos outros lugares, mas Deus escolheu o que fazia sentido no Seu plano.


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Ensinamento do Papai Noel: O verdadeiro presente da vida não é encher espaços, mas discernir o lugar certo para cada coisa, cada pessoa e cada decisão.


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domingo, 21 de setembro de 2025

Seu pescoço...e sua defesa!


 Sua defesa silenciosa também vive no seu pescoço


O que aparece nesta imagem não são apenas “cabos” percorrendo o corpo, mas uma rede de vasos sanguíneos e linfáticos que trabalham juntos para manter você vivo e protegido.


* As veias (em azul) são responsáveis por devolver o sangue pobre em oxigênio e carregado de resíduos da cabeça de volta ao coração.

* Os vasos linfáticos (em amarelo) e seus gânglios funcionam como filtros biológicos: retêm vírus, bactérias e células alteradas antes que sigam circulando.


Sempre que suas defesas entram em ação, esses pequenos nódulos aumentam de tamanho, mostrando que o corpo está enfrentando uma batalha interna.


O pescoço é uma das regiões onde essa união vital fica mais evidente: aqui se encontram veias, artérias, nervos e cadeias de gânglios linfáticos, todos protegendo funções essenciais como respiração, digestão e a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo.


Um detalhe importante: quando o médico palpa seu pescoço, ele não está apenas verificando tensão muscular, mas também avaliando esses gânglios linfáticos, que podem indicar infecções, inflamações ou até doenças mais graves.


Nota: este conteúdo (texto e imagem) é educativo e informativo. Não substitui avaliação médica presencial nem deve ser usado para autodiagnóstico. Se houver sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional qualificado.

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

 A dor de ver demais

 


A dor de ver demais

Em troca de mensagem com meu primo sobre como a inteligência, desenvolvimento cognitivo, nos causa dor porque acabamos tendo mais percepção das coisas ao nosso redor e nos entristecemos por compreende-las.

Há uma estranha ironia no tempo: quando mais precisamos da leveza da ignorância, ele nos dá o peso da lucidez. Na juventude, caminhamos quase cegos, e ainda assim a vida parece menos árdua. O tempo é um rio largo, sem margens visíveis, e acreditamos que ele sempre estará ali, correndo a nosso favor.

Mas os anos passam, e a inteligência se aguça como uma lâmina que já não podemos devolver à bainha. E com ela, vêm percepções que antes nos escapavam: o limite do corpo, a fragilidade dos laços, a finitude dos dias. Descobrimos que cada manhã é também um adeus silencioso, e que a memória, essa companheira fiel, guarda não apenas a doçura do vivido, mas também as feridas que insistem em latejar.

Sofremos porque vemos. Vemos demais.

Vemos as injustiças que antes não nos importavam, os enganos que nos vestiam de esperança, os rostos que envelhecem ao nosso lado. Vemos as contradições humanas, as máscaras, o fingimento que a vida exige para se manter em movimento. E nessa clareza, já não há o consolo do véu da ignorância.

É curioso: a mesma inteligência que expande nosso olhar também amplia nossa dor. Porque enxergar não é apenas contemplar o que é — é também vislumbrar o que poderia ter sido. É perceber a beleza que se perdeu, o afeto que não floresceu, os caminhos que ficaram intransitáveis.

E ainda assim, há um paradoxo silencioso. Essa dor que nasce da lucidez é também a seiva de uma vida mais autêntica. Quando sofremos por compreender, também amamos com mais profundidade, perdoamos com mais generosidade, e nos tornamos capazes de enxergar a dignidade que existe mesmo naquilo que fere.

O tempo nos ensina a ver. A inteligência nos obriga a sentir. E entre a dor e a beleza, seguimos vivendo — carregando nos ombros não apenas os anos, mas a claridade de tudo o que eles revelam.



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terça-feira, 16 de setembro de 2025

 O amor sombrio e a criança em vulnerabilidade.

 


O amor sombrio e a criança em vulnerabilidade.

Por Abilio Machado - Psicanalista/Psicoarteterapeuta/Neuropsicopedagogo ICH


> “Você não sabe o que é apanhar todo dia sem saber por quê, ter cigarros apagados em seu corpo ou mãos querendo arrancar seus segredos. Era só denunciar, disseram. Mas como? Este já era o lar adotivo.”


Esse testemunho cru, carregado de dor, expõe uma das faces mais obscuras da infância em vulnerabilidade. Aquilo que deveria ser lugar de proteção se transforma em campo de violência, confundindo a criança em sua noção de amor, cuidado e pertencimento.


O paradoxo do amor sombrio


O amor costuma ser sinônimo de cuidado, afeto e proteção. Mas, em muitos contextos, ele aparece distorcido, carregando sombras. Esse “amor sombrio” se manifesta quando o adulto, em vez de oferecer segurança, projeta frustrações e feridas emocionais sobre a criança.

Como apontava Donald Winnicott (1975), a infância precisa de um “ambiente suficientemente bom” para crescer saudável. Quando esse ambiente falha, abre-se espaço para negligência, abuso e formas sutis de violência, muitas vezes justificadas como cuidado.


A criança em vulnerabilidade


A vulnerabilidade infantil pode estar ligada a fatores sociais (pobreza, violência, abandono), familiares (abuso físico, sexual ou emocional) ou psicológicos (pais com transtornos mentais, dependência química, ausência de suporte afetivo).

É nesse terreno que o amor sombrio ganha corpo em frases como:


“Bato porque amo.”

“É para o seu bem.”

“Você me deve obediência porque sou seu pai/mãe.”


Nesses discursos, a criança aprende a confundir dor com afeto, submissão com vínculo e violência com cuidado.


Consequências psicológicas


O impacto desse tipo de vivência é profundo. Pesquisas de Bowlby (1988) e Fonagy (2002) demonstram que padrões de apego moldam a maneira como os indivíduos se relacionam no futuro. Quando o amor é sombrio, os efeitos são duradouros:

Ambivalência afetiva: a criança associa amor com dor.

Baixa autoestima: cresce acreditando não ser digna de cuidado.

Dificuldade em confiar: adota defesas que dificultam vínculos genuínos.

Reprodução do ciclo: pode repetir relações abusivas na vida adulta.


Caminhos de ressignificação


A clínica psicológica tem papel essencial na ressignificação dessas experiências. O processo terapêutico oferece um espaço seguro para que a criança — ou o adulto que carrega a criança ferida dentro de si — reconstrua sua capacidade de confiar e acreditar que o amor pode ser fonte de vida.

Entre as intervenções possíveis, destacam-se:

Psicoterapia individual: elaboração da dor e construção de novas narrativas.

Terapia familiar: revisão das dinâmicas de poder e afeto.

Apoio social: fortalecimento de políticas públicas de proteção à infância.


Mais do que tratar sintomas, trata-se de devolver dignidade, esperança e a possibilidade de experimentar o amor em sua forma saudável.


Este artigo traz à tona de maneira visceral e aborda: o “amor sombrio” — esse afeto distorcido que se esconde atrás da palavra família, do discurso do cuidado, e até mesmo das instituições criadas para proteger.


O impacto da frase “este já era o lar adotivo” carrega um duplo choque:


1. Mostra como a violência pode estar presente não apenas nas famílias de origem, mas também em ambientes que deveriam ser refúgio.


2. Expõe a ingenuidade comum (e até cruel) de quem nunca viveu essa realidade — imaginar que havia uma saída simples, quando, na verdade, para a criança vulnerável, todas as portas parecem trancadas.


Conclusão


O amor sombrio é uma das formas mais cruéis de violência porque se disfarça de cuidado. Reconhecer seus sinais, dar voz às vítimas e oferecer alternativas de proteção é tarefa urgente para famílias, profissionais e sociedade.

A criança em vulnerabilidade não precisa apenas sobreviver — ela tem direito de ser amada de forma verdadeira, segura e libertadora.


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Bibliografia


Bowlby, J. (1988). Apego e perda: Vol. 1. Apego. São Paulo: Martins Fontes.

Fonagy, P. (2002). Apego e funções reflexivas: Desenvolvimento e psicopatologia. Porto Alegre: Artmed.

Winnicott, D. W. (1975). O ambiente e os processos de maturação. Porto Alegre: Artes Médicas.

Bourdieu, P. (1999). A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes.

Rizzini, I., & Pilotti, F. (2011). A arte de governar crianças: A história das políticas sociais, da legislação e da assistência à infância no Brasil. São Paulo: Cortez.

Minayo, M. C. S. (2006). Violência e saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz.


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Dia Mundial da Saúde Mental e de Prevenção ao Suicídio

 


Dia Mundial da Saúde Mental e de Prevenção ao Suicídio


“Não entregues tua alma à tristeza” (Eclesiástico 30:21-23)


“Não entregues tua alma à tristeza, nem atormentes a ti mesmo em teus pensamentos.

A alegria do coração é vida para o homem, e a felicidade do homem prolonga os seus dias.

Ama tua alma e consola o teu coração, afasta a tristeza para longe de ti, porque a tristeza matou a muitos, e nela não há proveito algum.”

— Eclesiástico 30:21-23

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Hoje, 10 de setembro, o mundo se une em um só propósito: refletir sobre a saúde mental e lutar contra o suicídio. É um dia de conscientização, mas, acima de tudo, um convite à esperança.

As palavras antigas do livro do Eclesiástico ecoam como um conselho eterno: não entregue sua alma à tristeza. Isso não significa ignorar a dor ou fingir que ela não existe, mas lembrar que a vida não se resume às feridas que carregamos. A tristeza prolongada pode se tornar uma prisão, mas a fé, o cuidado com a mente e o apoio de quem nos ama podem abrir portas de libertação.

Neste tempo em que tantas pessoas enfrentam depressão, ansiedade e o peso de existências fragmentadas, precisamos resgatar a importância do cuidado integral: corpo, mente e espírito. A Bíblia nos lembra que a alegria do coração é vida, mas não uma alegria superficial — trata-se de um estado construído no amor, no acolhimento e na busca por sentido.

O suicídio, infelizmente, é um grito de silêncio. Um pedido de alívio diante de uma dor que a pessoa sente não poder suportar. É por isso que este dia nos chama à responsabilidade:


Escutar mais do que julgar.


Acolher em vez de condenar.


Cuidar em vez de virar o rosto.


A fé pode ser um refúgio, mas também precisamos da coragem de buscar ajuda profissional. Psicólogos, psiquiatras, terapeutas e grupos de apoio são instrumentos de Deus para nossa cura.

E se você, que lê estas palavras, está em luta contra pensamentos de morte, lembre-se: sua vida tem valor imenso. Mesmo que agora a dor pareça insuportável, há sempre uma fresta de luz — e ela pode começar no simples gesto de pedir ajuda.

No dia mundial da saúde mental, a mensagem é clara:

👉 Sua vida importa. Sua dor não define quem você é. Sua história ainda pode florescer.

Que possamos, como comunidade, como Igreja, como sociedade, ser respostas vivas a este chamado. Que nossas mãos estejam estendidas, nossas palavras sejam de consolo e nossos corações dispostos a caminhar lado a lado.


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Aos poucos tudo muda

 Há um dia em que a casa fica estranhamente silenciosa, e não é porque a criança foi embora. Ela ainda está ali, sentada no chão, no sofá, n...