domingo, 8 de agosto de 2021

ENVELHECER É CONQUISTAR O SABEE PELAS EXPERIÊNCIAS DIÁRIAS...

 


ENVELHECER É CONQUISTAR O SABER PELAS EXPERIÊNCIAS DIÁRIAS

 Não são raras as pessoas que têm aversão ao envelhecimento. Arriscam tudo para camuflarem a idade, seja através de cirurgias rejuvenescedoras (plásticas), seja injetando toxina botulínica (botox) e/ou demais artifícios. Cientistas de Cambridge dizem que até mesmo chocolate pode virar remédio “antivelhice”. (1) Segundo Pedro Paulo Monteiro, mestre em Gerontologia e autor dos livros "O Tempo Não Tem Idade" e "A Beleza do Corpo na Dinâmica do Envelhecer", a dificuldade em aceitar o envelhecimento é mais comum em mulheres. Segundo ele, o sexo feminino valorizara "enormemente" a estética. "Algumas mulheres têm medo de envelhecer, por que acreditam que ficarão feias, isoladas e sem atrativos. Isso não é verdade, pois existem várias pessoas que só começaram a ser felizes na velhice." (2)

Para muitas pessoas o envelhecer é uma tormenta avassaladora. Diante do espelho, entram em pânico notando a arruína da estética, músculos decaindo, pele afrouxando, enrugando a testa, enfraquecendo a psicomotricidade, submergindo o semblante, pesando as pálpebras e os olhos afundando nas tristezas do que veem.

Cremos que a decrepitude deveria ser encarada como venturosa pelo que contém de gratificante, mormente por causa das longas refregas das buscas e das realizações. Envelhecer é uma arte e uma ciência, se buscarmos rejuvenescer nossa alma. Há idosos que conquistaram a longevidade de forma sadia e feliz, contudo muitos estão largados nos asilos da vida, amargando suas enfermidades no isolamento. Há os que aceitam sua decrepitude sem rezingar e sem exigir nada dos outros; todavia igualmente indiferentes não oferecem nada a ninguém.

O tempo é inexorável e abençoado transformador de destinos. Muitas vezes não abrangemos os mistérios do tempo que se dissipa célere na vida terrena. Alguns envelhecem, e quase nada realizam nas instâncias do bem incondicional. Há, porém, aqueles que concretizam em si a vigorosa fé cristã, exercitando inteiramente o amor ao próximo. Abraham Lincoln dizia que não são os anos em sua vida que importam, mas a vida em seus anos. O pensador Alexis Carrel proferia frase semelhante, dizendo que o importante não é acrescentar anos à sua vida, mas vida aos seus anos. O médico alemão Harry Benjamin endossou as ideias de Lincoln e Carrel pronunciando: "não queira acrescentar dias à sua vida, mas vida aos seus dias.". Baseado nesses adágios, evocamos alguns personagens históricos que acrescentaram vidas a cada aniversário.

Os anos não passaram em vão na vida de David Livingstone, escritor de inesquecíveis contos literários que o projetaram no Século XIX ao lado de deuses da literatura mundial, a exemplo de Victor Hugo. David entoou os doces cânticos da Mensagem de Jesus para os nativos sul-africanos. Renunciou aos apelos da fama, abandonou a Escócia, sua terra natal, e juntou-se àquelas almas sofredoras, nascidas na mais dura dificuldade material na África.

Os anos não passaram em vão nos projetos de vida de Florence Nightingale, a ilustre "Dama da Lâmpada"; ela que vestiu a túnica da abnegação, afastando-se do convívio do esplendor inglês, a fim de adotar, voluntariamente, a penosa empreitada de socorrer as vítimas da Guerra da Criméia, no século XIX.

Os anos não passaram em vão nos projetos de vida de Jean Henrique Dunant, que inspirado nas virtudes da fundadora da primeira escola de enfermagem da Terra, escreveu o livro “Un Souvenir de Solferino”, publicado em 1862, em que sugeria a criação de grupos nacionais de ajuda para apoiar os feridos em situações de guerra, e propôs a criação de uma organização internacional que permitisse melhorar as condições de vida e prestar auxílio às vítimas da guerra. Em 1863, Dunant fundou a Cruz Vermelha Internacional, reconhecida, no ano seguinte, pela Convenção de Genebra.

Os anos não passaram em vão nos projetos de vida daquela que foi considerada uma das dez mulheres mais importantes dos Estados Unidos, no século XX. Referimo-nos a Hellen Keller, que teve de sobra coragem e determinação robusta para vencer suas limitações físicas, pois era surda, muda e cega de nascença. Contudo, um dia Keller conseguiu falar e soltou o verbo como ninguém. O vigor moral fez dela uma singular mulher, com grande projeção no cenário do mundo. Seu verbo infundia ao Homem a necessária reflexão sobre o quanto somos potencialmente ilimitados quando amamos o próximo.

Certa ocasião, o jornalista Harold Gibson disse: - "Por onde Miss Eartha andava, os famintos, os aflitos e os desamparados, de todas as idades, sentiam a sua presença compassiva e animadora.". Referia-se a Eartha Mary Magdalene White, uma verdadeira lenda no norte da Flórida, Estados Unidos. Os anos não passaram em vão nos projetos de vida de Magdalene White. Ela fundou uma Instituição de amparo ao negro americano. Desencarnou em 1974, com 95 anos de idade, deixando um segredo para vivermos a grande mensagem: - “Façam todo o bem que puderem, de todos os modos, em todos os lugares, para todas as pessoas, enquanto puderem.".

Eis aqui elencados alguns personagens reais da História que souberam envelhecer acrescentando vida aos anos de experiência física. Neste contexto, o idoso, ou a velhice, é a fase da vida em que se atinge a sabedoria, adquirida pela experiência cotidiana, mais do que pelo conhecimento. Conhecimento e sabedoria são distintos. O velho não é só sábio, mas é o sábio por excelência. Como tal deve ser reverenciado por toda a sociedade. O envelhecimento é a conquista da sabedoria pelas vivências cotidianas. Em verdade, cada instante que vivemos, cada minuto que se esvai, nos báratros do dia-a-dia, construímos o nosso destino e escrevemos com letras douradas, nas páginas da vida, os anos de experiência nos carreiros do amor que devotamos ao próximo.


Referência:

(1)               Disponível em http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/chocolate-pode-virar-remedio-antivelhice acesso em 24/07/13

(2)               Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/04/03/plasticas-exageradas-e-comportamento-imaturo-revelam-medo-desproporcional-de-envelhecer.htm

Jorge Hessen

http://aluznamente.com.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

O abraço...

  A duração média de um abraço entre duas pessoas é de 3 segundos. Mas os pesquisadores descobriram algo incrível. Quando um abraço dura 20 segundos, produz um efeito terapêutico no corpo e na mente.

A razão é que um abraço sincero produz um hormônio chamado "ocitocina", também conhecido como hormônio do amor.

Está substância tem muitos benefícios em nossa saúde física e mental, ajuda a relaxar, sentir-se seguro e a acalmar nossos medos e ansiedade.

Este maravilhoso tranquilizante é oferecido gratuitamente.



- Escultura "O abraço - o retorno", de Bruno Bruni, Hamburgo 1980.

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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Amar segundo Sri Pren Baba



“Assim como o propósito do sol é iluminar, o da água é saciar a sede, o da abelha é polinizar a flor, o propósito de todo ser humano é amar. Mas amar de uma forma bastante específica, através dos seus dons e talentos. Nesse sentido, o propósito é único, pois é a forma particular pela qual o amor se expressa através de cada um.”


(Sri Prem Baba)


#psicabiliomachado

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

FALANDO SOBRE ALIENAÇÃO PARENTAL...



. O que diz a lei


No Brasil, a Lei de Alienação Parental, Lei n. 12.318/2010, Estabelece, em seu artigo 2º, parágrafo único, o que é ato de alienação parental:


Art 2º. Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.


Parágrafo único. São formas exemplificativas de alienação parental, além dos atos assim declarados pelo juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com auxílio de terceiros:


I – realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da paternidade ou maternidade;


II – dificultar o exercício da autoridade parental;


III – dificultar contato de criança ou adolescente com genitor;


IV – dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar;


V – omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a criança ou o adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço;


VI – apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente;


VII – mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando dificultar a convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com avós.


E a prática de ato de alienação parental, como estabelece o artigo 3º, da mesma lei, “fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou guarda”.


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Drogadição...

 Apoiar o uso recreativo de drogas é ser cumplice do mal que com ela vem junto...



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Destruindo o que resta do amor...

 


Embora bem-intencionados, às vezes nem tanto, mães e pais acabam prejudicando os filhos ao envolvê-los nos conflitos, até mesmo por falta de informação, já que estão acostumados com uma sociedade em que o litígio faz parte da vida cotidiana e nunca foram alertados sobre os efeitos nocivos de tais abordagens destrutivas dos conflitos aos filhos ou sobre o que eles podem fazer para minimizá-los.


Muito comuns são os casos em que os pais falam mal um do outro para os filhos e os usam como mensageiros ou espiões, discutem na frente deles, dificultam o contato dos filhos com a mãe ou o pai pelos mais variados motivos, induzem os filhos a tomar partido, sem perceber que essas condutas os deixam ansiosos, estressados, tristes, aborrecidos e prejudicam o desenvolvimento emocional de seus filhos.


Esta realidade precisa ser alterada. E as mudanças devem ocorrer como parte da formação de uma cultura de realização de necessidades e interesses de todos que vivem em família. A família e todos seus membros precisam adequar suas condutas à nova formatação da família após a profunda mudança na relação dos pais que o divórcio acarreta.


Nesse novo momento – após o divórcio – a família pode, por muitos anos, sofrer com conflitos mal administrados nos quais prevalece uma cultura de brigas e antagonismos ou pode também aprender a lidar com o novo contexto da família fazendo prevalecer uma cultura de paz.


Naturalmente, o divórcio consiste em grande desafio emocional para os pais e filhos e, nesse momento delicado, é necessário o engajamento de todos para que essa cultura da paz possa ser duradoura.


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LIDANDO COM A RAIVA...


Ninguém nos deixa com raiva. Nós mesmos nos deixamos com raiva quando perdemos o controle de nossas ações. O que os outros fazem é irrelevante. Nós escolhemos, não eles. Os outros apenas colocam nossa postura em teste. ... diz Jim Rohn.

o que você entende ou sente com isso...que tem ou não o controle sobre esta raiva que às vezes te consome e te invade... Qual técnica você usa para ter controle sobre este fogo que impulsiona e descontrola pensamentos e ações ?

Aqui vai algumas dicas de como lidar com a raiva... deixe nos comentário se alguma lhe cabe ou já foi usada por você:

• Avalie se há outros sentimentos atrás da raiva, como tristeza ou mágoa ou uma necessidade de permanecer conectado com o/a ex.


• Dê “um tempo” e continue a conversa posteriormente, depois que as emoções tiverem se acalmado.


• Se for seguro encontrar-se pessoalmente com seu/sua ex, mantenha algum encontro necessário em local público para que haja menos chance de alguém perder o controle com a raiva.


• Diga aos amigos e parentes que você está tentando conter a sua raiva para o bem de seu filho e peça ajuda deles.


• Não use seu filho como mensageiro de sua raiva para o seu/sua ex.


• Lembre-se que se valer de violência para canalizar a raiva é perigoso, destrutivo e sempre errado.


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